Mercado Financeiro : Arábia Saudita vs Brasil
O Brasil continua sendo um país exportador. Foi obtida uma receita de US$ 188 milhões (R$ 936 milhões) com a venda de atletas. É o quinto maior mercado vendedor.
O país, na realidade, é líder em investimento em um continente pobre para gastar dinheiro no mercado. Em termos de confederações, a Conmebol é apenas a quarta em gasto com reforços, só à frente de África e Oceania. A Ásia foi turbinada pela Arábia Saudita, e a Concacaf, por EUA e México.
O Brasil ocupa apenas a 17ª posição no ranking de gastos de contratações com US$ 56,3 milhões (R$ 280 milhões). É uma demonstração da fragilidade dos clubes brasileiros frente a outros mercados, ainda que tenham aumentado suas receitas.
Arábia Saudita gastou US$ 875 milhões (R$ 4,4 bilhões) em contratações na janela de transferência do meio de 2023. O país passa a ser o 2º do ranking, só atrás da Premier League. O valor representa quase 15 vezes o investimento do Brasil em reforços.
O governo saudita criou um projeto para incrementar a Liga de Futebol Saudita. Para isso, o fundo soberano do país comprou clubes e passou a contratar estrelas como Benzema, Cristiano Ronaldo e Neymar.
No total, os clubes investiram US$ 7,36 bilhões em contratações de jogadores. Isso representa um aumento de 45% em relação à janela de transferência do meio do ano passado.







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